O projeto ‘Despertar’, foi responsável por cooperar com a formação de 80 catadores de plástico e suas famílias em um curso de inclusão digital. O programa é uma iniciativa da Plastic Bank juntamente com a 3M. Através dele as entidades oferecem treinamentos práticos nas áreas de informática e tecnologia.
Desse modo, o programa ainda atende jovens e adultos da comunidade de Laranjeiras, do município de Serra, no Espírito Santo.
Durante três meses os participantes receberam aulas focadas na alfabetização digital, preparação para o mercado de trabalho e educação empreendedora.
Esses temas têm como objetivo equipar os formandos em habilidades fundamentais, tanto para o crescimento pessoal, quanto para o crescimento profissional.
Assim, a formatura da turma inaugural ocorreu na sede do projeto Mão Estendida.
A instituição Mão Estendida está há 25 anos atuando. E por meio da reciclagem de plástico, na ajuda de famílias em situação de vulnerabilidade social na comunidade Laranjeiras.
A Supervisora de Área da Plastic Bank no Espírito Santo, Mayara Bullerjahn, destaca que o índice de formação foi satisfatório, com 95% dos participantes concluindo o curso: “É edificante ver que a empolgação dos alunos para aprender na sala de aula foi materializada com uma formatura e uma certificação.
Sendo assim, os resultados positivos revelam-se entre os formandos do curso. Diante disso, entre os destaque está Terezinha Alves, de 70 anos, que está entre os 80.
No Espírito Santo, a Plastic Bank coleta o plástico separado pelas famílias integrantes do Mão Estendida desde 2022.
A entidade já recolheu mais de 23 mil quilos de plástico, o equivalente a mais de 1 milhão de garrafas plásticas.
Dessa forma, todo o material entregue à Plastic Bank é processado e transformado no chamado “Plástico Social”, contribuindo para uma cadeia de abastecimento circular e minimizando o desperdício de plástico.
Atuando no Brasil desde 2019, a Plastic Bank conta com 35 comunidades de coleta em São Paulo. Assim como no Rio de Janeiro e Espírito Santo, que já coletaram mais de 5 milhões de quilos de plástico para reciclagem. Isto equivale a mais de 250 milhões de garrafas plásticas de 500ml.
Iniciativa Tampinha legal contribui para coleta e destinação correta
Recentemente a Lei Municipal Nº 2.413 teve aprovação e marca um progresso importante para Imbé, no Rio Grande do Sul. Pois, uma vez outorgado, implementa-se os pontos destinados à coleta de tampas plásticas.
Promovida pelo Instituto SustenPlást em parceria com o Movimento Plástico Transforma, o programa aprovado pela lei busca mudar o comportamento popular em relação ao plástico.
O projeto Tampinha Legal promove a conscientização sobre seu adequado descarte e impulsiona a economia circular.
A princípio, a meta está focada em estabelecer a economia circular em Imbé. Isso ocorrerá por meio dos ecopontos nos órgãos de Administração Municipal para a coleta voluntária de tampas plásticas.
O destaque, ainda, está no recebimento de qualquer tampa, independente do tamanho, modelo ou cor.
A partir de então, o material coletado será destinado à ABAMI (Associação Beneficente Amigas da Mama do Litoral), cadastrada no programa Tampinha Legal desde 2017.
O Instituto SustenPlást está responsável pela implementação da Lei Municipal Nº 2.413. E, sendo assim, o órgão ressalta a importância da aprovação para garantir a efetividade da Economia Circular em Imbé.
Além disso, o Poder Executivo Municipal assume a responsabilidade de realizar gincanas na Rede Municipal de Ensino. Pois através dela estimula-se a arrecadação de tampas plásticas e promovendo a consciência ambiental entre crianças e adolescentes.
A implementação dos ecopontos alinha-se aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da Agenda 2030 da ONU.
Especificamente, contribui para o ODS 12 (Consumo e Produção Sustentáveis), engajando a comunidade e a destinação dos recursos financeiros para a Associação Beneficente Amigas da Mama do Litoral.
Atualmente, o Tampinha Legal atua em nove estados brasileiros, contando com 3165 pontos de coleta.
Ao longo de sete anos de atividade, o programa já destinou mais de R$3,3 milhões para 337 entidades assistenciais participantes, envolvendo a coleta de mais de 733 milhões de unidades de tampas plásticas.
Brasil bate recorde em destinação adequada de embalagens vazias de defensivos agrícolas
Em um feito notável, o SLC (Sistema Campo Limpo), administrado pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), atingiu a marca de 750 mil toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas destinadas de maneira ambientalmente correta.
Este marco significativo ratifica o compromisso contínuo do Brasil com a gestão responsável dos resíduos no setor agroquímico. Uma vez que no ano de 2023, o SLC registrou a destinação adequada de aproximadamente 53 mil toneladas de embalagens vazias.
Assim, diante disso, o presidente do inpEV, Marcelo Okamura, destacou a iniciativa como um caso de sucesso na economia circular.
Desse modo, Okamura ressalta: “O programa é um caso de sucesso em economia circular e se aprimora constantemente, gerando impactos positivos para o meio ambiente e à sociedade”.
De acordo com a organização, esse feito reforça a posição do Sistema Campo Limpo como uma referência mundial em logística reversa de embalagens vazias e resíduos pós-consumo de defensivos agrícolas.
Enquanto, o inpEV revela que o sistema alcança a destinação ambientalmente correta de 100% das embalagens vazias de defensivos recebidas, com 93% sendo recicladas e 7% submetidas à incineração.
O sucesso contínuo do programa destaca os avanços constantes na gestão responsável de resíduos no Brasil, demonstrando o comprometimento do país em liderar práticas sustentáveis no cenário global.
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